Douglas & Thalita

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O nosso celeiro?
É meu também!
E de todas as noivas, famílias e amigos que passam por lá... Tudo começou num dia de praia, os meninos surfando e eu e a Junia na areia. Enquanto conversávamos, perguntou de nosso noivado e dos planos para o casamento. Depois fomos lanchar e surgiu uma proposta informal: vamos fazer o casamento no sítio? Temos um plano, vamos fazer algo incrível, MAS É SEGREDO. Se vocês aceitarem, na hora certa contamos. Dodo e eu conversamos durante todo o caminho de volta, tentando descobrir o que seria. Passou natal, ano novo e fomos amadurecendo a ideia. Fui conhecer o sítio e me encantei... Descobri o segredo: UM CELEIRO, ai o coração bateu mais forte! Desde o início, queríamos um lugar em meio à natureza e aberto para celebrar nosso casamento. Foram meses planejando o casamento e eles, construindo o celeiro e sonhando (talvez até mais que nós, com o grande dia). Sei que não foi fácil, pra nenhum de nós, quem dirá para Licius. Mas depois de muito esforço, o dia chegou. Após uma noite de chuva ininterrupta, amanheceu um domingo com sol, que logo mudou com mais chuva. Entre chuva e pausas, casamos e foi maravilhoso! Jamais imaginei um casamento como aquele, quando vi tudo pronto, fiquei até sem ar! Pouco mais de um ano depois, voltei ao Nosso Celeiro, assim que cheguei a sensação foi a mesma do dia 06/09/2015, uma emoção imensa tomou conta de mim. Então o que dizer sobre este lugar e às pessoas que pensam em casar lá? O celeiro é um lugar abençoado, antes mesmo de ser construído. As pessoas que tomam conta do lugar, não são apenas pessoas descritas em um contrato, elas se tornam família e desejam profundamente o sucesso do evento, mas acima de tudo a benção ao casal e uma atmosfera de amor, enfatizam a união. Para mim, o celeiro foi a realização de meu maior sonho, a certeza da presença de Deus e o encontro com as pessoas mais importantes da minha vida. É um lugar que transborda paz, amor e dedicação. Sinto-me honrada de ser a primeira noiva e orgulhosa por ter confiado em toda a “equipe” do Nosso Celeiro. Sem dúvida alguma, foi o melhor lugar do mundo para o meu casamento! E mesmo morando no Rio de Janeiro, com convidados dos estados de SP, PR, RS, ES e RJ, e casando em Guapimirim, o Nosso Celeiro provou que não há distância para a felicidade! Faltam palavras para descrever este momento e agradecer aos amigos amados que nos ofertaram esta oportunidade incrível!

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Johansson

&

Thais

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Casar no celeiro para nós foi mais do que um sonho de uma vida inteira. Foi ver a promessa de Deus e o cuidado dEle com a gente em cada detalhe. 
Quando fomos conhecer de perto esse projeto tão lindo do Lícius e da Junia não passava pela nossa cabeça o que iríamos encontrar, como posso esclarecer: não fazíamos ideia de que nos apaixonaríamos tanto por aquele lugar.
Quando pisamos dentro do Celeiro, nosso coração acelerou e passou uma projeção dentro de nós de como seria exatamente o nosso casamento e imediatamente esquecemos de todos os lugares que tinhamos como opção e sabíamos que seria ali, que viveríamos o dia mais épico das nossas vidas.
E foi mais do que épico, foi algo tão sobrenatural que até hoje sorrimos ao lembrar dos momentos que vivemos ali.
Um lugar tão lindo, acolhedor, cheio da presença de Deus e cheirinho de cachoeira! 
Não podíamos ter escolhido lugar melhor para dizer o SIM mais importante de todos. 
Nossa gratidão eterna ao Lícius e à Junia que decidiram realizar um sonho que até parecia impossível, mas que fez existir um lugar tão único e que dá vontade de casar todo ano no mesmo lugar! 
Com carinho, de ex-noivos extremamente satisfeitos e felizes por ter escolhido o Nosso Celeiro.
Johansson&Thaís. 

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Jefté & Larissa

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Eu sempre quis casar na praia. Era meu sonho de menina. Daquelas brincadeiras-devaneios que a gente costumava ter em mil novecentos e noventa e pouco.
A Praia me transmitia: paz, Deus, sensibilidade, e o charme de tudo que é orgânico e natural.
Quando conheci o "Nosso Celeiro", descobri que eu poderia encontrar todos esses ingredientes, ali.
Eu nunca tive essa fissura por estigmatizar meu casamento de: boho, boho -chique, praiano, rústico, clássico.
Eu tinha a fissura de que ele tivesse: paz, Deus, sensibilidade e tudo que pudesse ser o mais orgânico possível.
O fato do "Nosso Celeiro" ser um galpão de madeira, pelado, no meio da natureza, com um riacho pertinho, montanhas como companheiras e um silêncio ensurdecedor, fez eu me derreter toda.
Não me importava se por ser no "campo", o casamento teria que seguir o estilo X/Y.
O casamento era nosso e o "Nosso Celeiro" também.
Foi delicioso ter essa liberdade para poder montar nosso acampamento de amor do nosso jeito. Tinha espaço, tinha verde, tinha azul, tinha brisa fresquinha e tinha a presença constante de Deus que dava pra sentir a cada arrepio espontâneo.
Quando fechamos o contrato, o quarto da noiva ainda não existia, os bancos também não, nem as gambiarras. Foi tão mas tão incrível receber as mensagens do Licius me contanto das novidades do "Nosso Celeiro". Parecia que tudo só melhorava junto com meus preparativos.
No nosso dia 14/08, um sol absurdo nos abençoou e lá estavam as montanhas, o riacho, o verde e o celeiro. Oponente, recheado dos nossos sonhos e planos de decoração.
Eu não poderia ter casado em outro lugar. Nossos amigos e familiares vieram de tudo quanto é lugar do Brasil para celebrar com a gente nosso dia lindo.
Era transbordante a realização de estarmos todos ali. Naquele pedaço de silêncio-natureza, pensando só no amor.
Uma cena que não me esqueço é da nossa saída da cerimônia, quando olho pro lado, à minha esquerda, avistei o Licius nos olhando de longe. Nossos olhares se cruzaram e ali quis chorar de gratidão por ABSOLUTAMENTE tudo que ele fez por nós. Ele sabe né?! Ele sabe.
O "Nosso Celeiro" tem esse nome não é atoa. Ele torna-se tão seu quanto você precisa para realizar o sonho de tornar-se plural, com seu amor.
Gratidão e realização. Essas duas palavras resumem minha escolha acertada.
Não era pra ser na praia. Era pra ser ali.

Larissa & Jonas

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Conheci o Nosso Celeiro através do Blog Lápis de Noiva, me lembro como se fosse hoje a primeira vez que visitei a página desse lugar encantador! Era tudo que eu sonhei! Meus olhos se encheram, e no meu coração eu tinha a certeza de que era O LUGAR. Mostrei para o Jonas, e da mesma forma que eu, ele se apaixonou! Quando pisamos lá, a primeira coisa que notei foi aquele doce som das águas correndo...pronto! Acabou comigo! Não precisava nem olhar o resto, eu já sentia que aquele era o Nosso Celeiro! Licius e Junia nos receberam com muito carinho e a cada cantinho que a gente conhecia o coração pulava! Mal podíamos esperar pelo nosso grande dia. Até que ele finalmente chegou. As águas correndo, os passarinhos cantando, e as gargalhadas da família ecoando pelo Celeiro só tornaram aquele dia e aquele lugar ainda mais especial! Um lugar de paz, um lugar de alegria, um lugar de amor, um lugar de aliança... da nossa aliança...que pra sempre vai ser o Nosso Celeiro! 

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Renan & Adriane

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Sobre o inicio, o meio e sobre descobrir que não tem fim:
Uma das principais características da minha personalidade é de nunca saber o que quer. É assim desde escolhas bobas até escolhas super sérias. Eu me incomodo em ser assim, a minha família se incomoda em me ver assim e o Renan (que hoje é meu marido) vez ou outra reclama.  
Porém, existe uma brecha na minha personalidade. Uma brecha que transforma o nunca saber o que quer em ir até o fim do mundo atrás do que eu decidi querer. Essa brecha está em encontrar algo que realmente toque no profundo da minha mente e meu coração. (Nesse exato momento eu comecei a chorar por aqui).
Quando eu soube da existência do Celeiro eu senti um frio na barriga porque lembrei da minha infância na fazenda dos meus avós e do quanto eu me sentia feliz todas as vezes que eu estava por lá. Mas, aquele "nunca saber o que quer" sismou em me deixar no comodismo ao ponto de eu me questionar quanto a distância e numero de convidados.
Chegou o dia de ir visitar o Nosso Celeiro. Já na entrada da Cidade eu me perguntei o porque de ainda não ter conhecido uma cidadezinha tão linda. Eu me lembro exatamente de tudo o que senti quando entrei no Nosso Celeiro. Eu conseguia sentir as batidas do meu coração e eu sorria e falava sem parar! Tive a impressão de ter sido chata de tando que eu fazia perguntas. É que eu já me senti íntima daquele lugar e melhor amiga dos que me receberam! Não teve outro pensamento. Já estava decidido que seria lá que eu me casaria!
Lembra que eu disse ali em cima da brecha que tenho na minha personalidade de "nunca saber o que quer?" quando algo me toca profundamente?
A ideia de casar no celeiro tocou na minha mente e no meu coração ao ponto da distancia não ser nada (e vamos combinar que não é, e nunca foi né? Afinal, 40 minutos é o tempo que eu levo para ir no mercado, por que para casar teria que ser em 10 minutos?). Ao ponto também da ideia de não ter 300 convidados ter se transformado de "não é possível/não consigo" para "Que alívio, vou casar cercada apenas por pessoas que realmente me amam. E sobrou lugar!
Foram 1 ano e 6 meses de preparativos e a cada vez que eu chegava naquele lugar eu era tocada de forma diferente. Parecia que da minha casa até lá eram 5 minutos e que as minhas forças eram renovadas todas as vezes que eu voltava de lá.  Ninguém de lá sabe mas em uma dessas visitas que eu fiz, o Renan se encontrava gravemente doente. Eu fui até uma ponte que tem lá para orar e suplicar ao Senhor para que o Renan pudesse voltar ali comigo. O Senhor nos atendeu e tivemos a oportunidade de voltar naquela mesma ponte, porém, casados.
Eu não sei o quanto vocês acreditam em Deus ou até que ponto a fé de vocês pode ir, mas eu queria compartilhar o quando Deus se fez presente no nosso casamento e o quão longe podemos ir quando sonhamos e lutamos por algo que almejamos muito! O nosso casamento foi um sonho desde a cerimonia até a hora de ir embora, e, quem nos conhece de perto sabe que de nós mesmo não teríamos condições de ter nada do que tivemos ali.
Hoje tenho a sensação de que lá é a nossa casa, e mesmo que não seja, eu tenho a sensação de que esse sentimento nunca vai passar. Aprendi a valorizar o que é essencial e que casamentos de verdade tem muito mais a ver com emoção, essência e verdade do que com todo aquele glamour que por vezes nos distancia do que somos de verdade.
O que realmente importa para você? Hoje minha resposta para essa pergunta de nada tem a ver com a resposta que eu daria a anos atras.
Obrigada Nosso Celeiro por ter sido tão verdadeiro quando se descreveu com as seguintes palavras:
"O celeiro é nossa casa, nosso refúgio e onde podemos descansar e nos desligar da correria da vida. Dizemos que é nosso pedaço de mato, de paz... nossa calmaria, comunhão e aprendizado. É lugar de transformação, de descoberta, de mudança, de encontros e de alegria."
É exatamente isso.

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Tiago & Letícia

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A questão do Nosso Celeiro é simples.
Ele não é um local de festa.
Desses, você encontra aos montes. Aos montes! Eu e minha (agora) esposa procuramos vários... perto, longe, pra pouca, pra muita gente. Urbanos, escondidos, amplos. Tudo. Nosso casamento era um sonho que queríamos realizar, mas, ainda, sem uma cara que pudéssemos realmente enxergar. Só que com o passar do tempo a ideia de um momento pra reunir os amigos e familiares estava ficando complicada. Com obra no apartamento, comprando tudo, planilha pra todo lado... sabemos bem, a realidade do Brasil manda a gente priorizar. E enquanto o nosso sonho não mostrava qual seria sua cara, foi se esvaindo a ideia de uma celebração. Porque fazer uma festa em algum lugar normal, "esquecível", pensamos, seria melhor não fazer.

Nesses momentos de acaso (ou não, e somos adeptos do não) uma madrinha mais antenada nos sugeriu uma visita a um "local novo, mas lindo". Não é história: não fosse aqui, provavelmente nem faríamos. Contato feito, visita agendada. E aí eu volto ao início do texto:

O Nosso Celeiro não é um local de festa.

Porque você faz festa... quando você está feliz. A festa é consequência, não a causa.
Então sem spoiler: o Nosso Celeiro é um lugar, aí sim, de felicidade.

Chegamos à tarde e ficamos até o escurecer. Acompanhamos cada tom do pôr-do-sol, cada som dos pássaros, cada gota d'água descendo pela cachoeira.

Vivenciamos a paz.

E com a paz... felicidade.

Bingo. Era ali.
Nosso casamento foi há exatos dois meses, do dia que escrevo. A memória não se vai.
Algo que fiz questão de arranjar com o Licius foi de passar o dia anterior lá também. O casamento num domingo, cheguei no sábado à tarde com um padrinho e logo pedi pra ele comprar qualquer coisa na cidade. A ideia era clara: ficar sozinho ali.
Por uma soma de fatores do acaso (ou não, e somos adeptos do não 2x), por algumas horas eu consegui.
Meus votos foram escritos por mim, com Deus, na ponte acima da cachoeira, ao som da água fluindo e com ninguém por perto por quase 200m.
Pra um noivo acumulado de coisa e pressão na cabeça, foi um presente e uma sensação indescritível. Foi um renascer. Que bom que nem tudo nessa vida é foto e rede social. Ainda há chance de desprendimento e busca sincera por felicidade.
Às noivas, aproveitem! O local é lindo, memorável. Apaixonante.
Aos noivos, aproveitem! Todo o staff é essencialmente humano, e, em tempos de fornecedores somente práticos e nada colaborativos, é uma tremenda ajuda ter, de fato, ajudadores.
Aos convidados, aproveitem! Estarão celebrando (aí sim!) uma festa que, sem dúvida nenhuma, será repleta de paz e felicidade.

O Nosso Celeiro é isso.
Não é um local de festa.
Festa... é consequência.

E aqui, arrisco afirmar: a gente encontra a causa. A genuína felicidade.